Reflexões sobre o filme Limite (1931), de Mário Peixoto, durante a pandemia

Palavras-chave: Artes visuais, Limite, Arte brasileira

Resumo

Este artigo revisita uma obra-prima do cinema brasileiro, o filme Limite, de Mário Peixoto. Agora, durante a pandemia, colocado para conversar com categorias espaciais gregas, Limite demonstra um novo potencial como ferramenta para abordar  nossa atualidade espacial, de confinamento e globalização. Das tradições até as novas tecnologias de abordagem do espaço. Assim, o artigo convida os leitores a uma viagem rumo a um espaço que, desmembrado, pode aprimorar o senso de infinito.

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Biografia do Autor

Italo Bruno Alves, Universidade Federal Fluminense

Professor Associado do Departamento de Arte da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Regime de Dedicação Exclusiva. Doutor em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2001-2005), Mestre em História da Arte EBA/UFRJ (1996-1998), Bacharel em Pintura (1990-1995) pela EBA/ UFRJ onde obteve Diploma de Dignidade Acadêmica Cum Laude. Pelo MEC, desde 2004, atua como Avaliador de Curso de Graduação em Artes Visuais e, desde 2010, como Avaliador Institucional; tendo sido designado para compor e coordenar comissões de Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento de Curso de Graduação na área de Artes Visuais. Estas designações permitiram contato com a realidade de instituições públicas e privadas, diversas situações sócio-econômicas e concepções político-pedagógicas, em diversos estados brasileiros, tanto nas capitais quanto no interior. Como artista visual, participou de exposições em instituições como a Casa Degli Artisti (Milão), Centro de Artes Hélio Oiticica, Museu Nacional de Belas Artes, Palácio Gustavo Capanema (Ministério da Cultura), entre outras. Professor no Ensino Superior desde 1997, ministrando disciplinas de Artes Visuais em cursos de graduação de diversas áreas, tais como: Artes, Educação Artística, Computação Gráfica, Design de Moda, Comunicação Social e Produção Cultural. Na administração acadêmica, atuou na Coordenação de Curso de Educação Artística (2000-2010), Computação Gráfica (2000-2005), Design de Moda (2008- 2010), Pós-graduação latu-sensu em História da Arte Moderna e Contemporânea (2009-2010) e, ainda, na Chefia do Departamento de Arte da UFF (2011-2014). Na atuação na UFF, além das disciplinas ministradas, destacam-se a participação nos Colegiados de Curso de Artes e Produção Cultural, nos Núcleos Docentes Estruturantes de Artes e Produção Cultural. É lider do Grupo de Pesquisa Arte-Universidade onde desenvolve pesquisa em arte contemporânea, investigando as interfaces deste binômio, tendo como alguns dos principais produtos da pesquisa, artigos científicos, publicados e apresentados em congressos de arte, tais como: Ainda sobre a educação do não-artista: Reflexões sobre uma possível iniciação à arte contemporânea por meio de não-formas e sua conceituação (XXVII CONFAEB), O kitsch depois da filosofia: Considerações sobre o kitsch, a arte contemporânea e seu ensino (III EIEIMAGEM); Arte contemporânea e universidade: Reflexões sobre as influências do ambiente multidisciplinar na produção artística atual (SCIENTIARUM X); Reflexões sobre os três paradigmas de Thierry De Duve e a formação de artistas nas universidades brasileiras (XII ENECULT), entre outros.

Referências

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Publicado
2021-04-30
Como Citar
Alves, I. B. (2021). Reflexões sobre o filme Limite (1931), de Mário Peixoto, durante a pandemia. Revista Scientiarum Historia, 1, 7. https://doi.org/10.51919/revista_sh.v1i0.274
Seção
Epistemologia, Lógicas e Teorias da Mente